O programa é anual, e o plantio ocorre de forma planejada para preservar o espaço urbano, sem danificar asfalto ou edificações. O chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Rômulo Ervilha, ressalta a importância das árvores para a cidade: “Elas trazem vários benefícios, como diminuir as poluições do ar e sonora, e embelezam o ambiente”.
A empresa que vencer a licitação fará o transporte de mudas, arbustos e árvores dos Viveiros I e II daNovacappara áreas urbanas da cidade onde haverá o plantio. O teto das propostas é de R$ 1.613.665,89, e elas serão recebidas exclusivamente pelosite Licitações-e até as 9 horas de 10 de outubro, dia do pregão eletrônico. Mais informações podem ser encontradas nosite da Novacap.
Na edição anterior do programa (2015/2016), foram plantadas cerca de 130 mil árvores em todo o Distrito Federal — a maior quantidade no Plano Piloto (16.444), para repor as removidas por estarem velhas. Em seguida, veio Samambaia, com 7 mil mudas. Segundo aNovacap, existem aproximadamente 5 milhões de árvores em Brasília.
Contratação de empresa especializada para plantio de árvores no DF
Envio de propostas até as 9 horas de 10 de outubro (segunda-feira)
Setor Comercial Sul receberá música e cultura nesta semana
Iniciativas gratuitas contarão com apresentações de artistas e fazem parte do Centro Legal
DA AGÊNCIA BRASÍLIA
O Setor Comercial Sul recebe nesta semana os projetos Quarta Musical (28) e Quinta Cultural (29). Os dois fazem parte do Centro Legal, conjunto de ações que tem como meta revitalizar a área central do Plano Piloto.
A Administração Regional do Plano Piloto é a responsável pelo Quarta Musical, que já está na sua segunda temporada e contou apresentação do artista Rafael Duran a partir das 18 horas de hoje. Durante o dia, há feira mista e food trucks.
O Quinta Cultural, organizado pela Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, terá início às 17 horas e tem previsão de término às 23 horas. Haverá food trucks e food bikes, os projetos Kombiando e da revista Traços, além da apresentação da dupla Ju Cardoso e Timó e do lançamento do livro Poemas Terminal, de Rômulo Neves.
Quarta Musical
28 de setembro (quarta-feira)
Até as 21 horas
No Setor Comercial Sul, em frente ao Pátio Brasil
Entrada gratuita
Quinta Cultural
29 de setembro (quinta-feira)
Das 17 às 23 horas
No Setor Comercial Sul, no estacionamento ao lado do Museu dos Correios
Entrada gratuita
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
DF recebe Cine Pedal Brasil 2016 no fim de semana
Projeto itinerante, que exibe filmes com energia gerada por bicicletas, estará no Museu Nacional no sábado (24) e no domingo (25)
CÉSAR FILHO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA
Como parte da Semana Nacional de Trânsito e Mobilidade, Brasília receberá no fim de semana o Cine Pedal Brasil 2016. O projeto estará no sábado (24) e no domingo (25) na área externa do Museu Nacional (Setor Cultural Sul, próximo à Rodoviária do Plano Piloto), das 16 às 22 horas. A ideia é projetar filmes com energia gerada por bicicletas pedaladas pelo público. O programa itinerante vem à capital federal por iniciativa do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) e do Núcleo de Programa Educativo de Trânsito, em parceria com as empresas privadas que o promovem e o Ministério da Cultura.
No local, haverá dez bicicletas fixas, dez suportes para modelos móveis — onde poderão ser encaixadas tipos variados, tanto infantis quanto adultos — e um pedal manual para crianças, idosos e cadeirantes. A energia produzida pelos pedais em movimento passará por um gerador e será distribuída para o projetor, um sistema de som, um compressor e para o telão inflável. Quem quiser participar como voluntário para pedalar as bicicletas deve se inscrever nos dias do evento ou no site.
As atrações cinematográficas serão o documentário Bikes vs Carros, que mostra a dificuldade da luta para a utilização das bicicletas como meio de transporte, e o filme O Menino e o Mundo, produção brasileira que concorreu ao Oscar 2016 na categoria Melhor Animação.
De Brasília, o Cine Pedal Brasil segue para Goiânia (GO), Salvador (BA), Recife (PE) e Natal (RN). A iniciativa já passou por Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Semana Nacional de Trânsito e Mobilidade segue até domingo
Com o tema Década Mundial de Ações Para Segurança No Trânsito – 2011/2020: Eu sou + um por um trânsito + seguro, a Semana Nacional de Trânsito e Mobilidade começou na sexta-feira (16) e termina no domingo (25). A campanha passará por várias regiões administrativas de Brasília, com diferentes abordagens: na Rodoviária do Plano Piloto, mobilidade urbana; na estação de metrô Shopping, pedestre e travessia segura; na Estrutural, ciclista; em Taguatinga (Praça do Relógio), motociclista; e em Planaltina, álcool e celular no trânsito.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Virada do Cerrado tem programação diversa no Parque da Cidade no último dia oficial
No domingo passado (11), Dia Nacional do Cerrado, iniciativa ainda trouxe feira de tecnologias sustentáveis e mesa-redonda sobre mudanças climáticas. No fim do mês, mais atividades marcam preparação para 2017
MARIANA DAMACENO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA
As folhas secas à beira do lago na altura do Estacionamento 10 formam o cenário do último dia da Virada do Cerrado deste ano na programação do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek. A segunda edição do evento começou no dia 7, com a abertura durante as comemorações de 56 anos do Lago Norte, terminando oficialmente no domingo (11), Dia Nacional do Cerrado. Foram mais de 500 atividades, em quase 30 regiões administrativas de Brasília e no município goiano de Padre Bernardo.
1,2 mil pessoas participaram da Corrida pelo Clima, em percursos de 5 e 10 quilômetros. Foto: Tony Winston/Agência Brasília
Uma das ações foi a Corrida pelo Clima, que reuniu mais de 1,2 mil pessoas, em provas de 5 e de 10 quilômetros. Os três primeiros a cruzar a linha de chegada em cada uma das quatro categorias (feminino e masculino para cada percurso) ganharam uma muda de árvore típica do Cerrado. Todos os inscritos receberam kit com camiseta e chip, além de um pacote com mudas de plantas também do bioma que dá nome à celebração.
Lis Barroso, de 38 anos, moradora de Taguatinga, alcançou o segundo lugar na prova de 5 quilômetros. Para ela, que já corre há dois anos e meio, o significado foi diferente desta vez. “Precisamos focar na importância que a natureza tem na nossa vida. Então, essa corrida vem carregada de simbolismo”, disse. Nas costas da camiseta que vestia, a microempreendedora carregava, assim como os outros corredores, a mensagem 1,5° – o recorde que não devemos quebrar.
De acordo com o secretário do Meio Ambiente, André Lima, os dizeres referem-se ao aumento da temperatura mundial, que não deve ocorrer para não agravar efeitos climáticos extremos, como secas drásticas, grandes incêndios e falta d’água. “É uma campanha para conscientizar a população, pois estamos em uma virada de consciência. As pessoas precisam estar mais atentas, mais ligadas e ter atitude em relação ao nosso clima e à nossa água.” Mudar a forma como quem vive em Brasília enxerga sua responsabilidade ambiental é um dos pilares do evento.
"Estamos em uma virada de consciência, precisamos ter atitude em relação ao nosso clima e à nossa água."André Lima, secretário do Meio Ambiente
Alessandra Araújo, de 43 anos, separa o lixo em casa e fica de olho para não consumir desnecessariamente água e energia. Ela já passa os princípios sustentáveis para os dois filhos, uma menina de 4 anos e um menino de 3, mas fez questão de levar as crianças ao parque neste último domingo. “Eles verem isso aqui torna mais fácil compreenderem melhor a importância dessas atitudes”, avaliou, acompanhada do marido, Humberto Navarro, de 42 anos.
Atividades no Parque da Cidade seguem até o fim da tarde
A programação do último dia oficial da Virada do Cerrado 2016 na manhã de hoje ainda contou com teatro de fantoche, passeio em grupo com cachorros, dança de roda, meditação e feira de produtos do Cerrado e tecnologias sustentáveis –que funcionou até as 18 horas. Houve barraquinhas com produtos da agricultura familiar, artesanato com espécies da flora do bioma e soluções de energia solar, por exemplo.
Atividades da Virada do Cerrado incluíram feira de produtos do Cerrado. Foto: Tony Winston/Agência Brasília
Quatro tendas com as temáticas Fogo, Ar, Ar e Água também ofereceram atividades durante todo o dia noParque da Cidade. As estruturas estiveram montadas no Estacionamento 10, próximo à feira de produtos do Cerrado. Às 15 horas, o secretário do Meio Ambiente participou na Tenda Ar de uma mesa de diálogo sobre mudanças climáticas. Estiveram na conversa a ex-senadora Marina Silva, o ator Marcelo Serrado e outros envolvidos com a causa de preservação do meio ambiente.
O investimento da Secretaria do Meio Ambiente em todas as mais de 500 ações oferecidas foi de R$ 500 mil. “É um evento colaborativo, construído com a participação da sociedade civil, do governo e da iniciativa privada”, resumiu André Lima.
Preparação para a Virada do Cerrado 2017
O encerramento oficial da Virada do Cerrado aconteceu neste domingo, mas ainda estão programadas atividades em setembro em Planaltina, nos dias 27 e 30, e em Samambaia, nos dias 25 e 26. O secretário do Meio Ambiente explica que elas já marcam uma preparação para a edição de 2017. “Nós aumentamos a quantidade de eventos, a qualidade das ações oferecidas e queremos que no ano que vem tudo esteja melhor ainda, com mais parceiros, mais atrações.”
Em 2015, estavam envolvidos cerca de 80 instituições, entre órgãos dos governos federal e de Brasília e entidades da sociedade civil. Foram mais de 200 ações distribuídas por 21 regiões administrativas. A secretaria calcula que a primeira Virada reuniu aproximadamente 20 mil pessoas, entre participantes e organizadores.
EDIÇÃO: RAQUEL FLORES
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Música e dança no revezamento da tocha paralímpica em Brasília
01/09/2016 22h22
Brasília
Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil
O ex-triatleta Antonio Lanari Bo, último condutor da tocha em Brasília, é professor de engenharia biomédica na UnB, onde trabalha no desenvolvimento de próteses robóticas
Wilson Dias/Agência Brasil
O revezamento da tocha paralímpica em Brasília terminou com um belo espetáculo de dança e música no Parque da Cidade, onde a chama foi acesa, ainda pela manhã. Às 18h45, o ex-triatleta Antônio Lanari Bo chegou ao palco montado no parque e acendeu a pira paralímpica. “Essa chama paralímpica é muito especial. A partir do momento que enxergamos a diferença conseguimos alcançar a igualdade”, disse.
O último condutor da tocha na capital federal é professor de engenharia biomédica na Universidade de Brasília (UnB), onde trabalha no desenvolvimento de próteses robóticas e bicicletas assistidas por estimulação elétrica neuromuscular. Após acesa a pira, a chama viajou virtualmente para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
Comitês Paralímpicos de todo o mundo utilizaram a hashtag #ChamaParalimpica, alimentando uma chama virtual exibida em um telão. Quando a chama virtual ficou totalmente acesa, ela fez uma viagem simbólica para a cidade-sede dos Jogos. Enquanto isso, no palco, a chama paralímpica era apagada.
Um DJ cego comandava as pick-ups enquanto habilidosos dançarinos mostravam passos de vários estilos musicais
Wilson Dias/Agência Brasil
Música e dança
Antes mesmo da chegada da tocha ao palco montado no Parque da Cidade, o público presente pode ver uma apresentação impecável do pianista João Carlos Martins. Mundialmente reconhecido por sua habilidade, o maestro e pianista sofreu uma lesão em um nervo durante um jogo de futebol, que atrofiou três dedos da mão direita. Os problemas na mão não o impediram de continuar encantando o mundo com sua música. Após um assalto, na cidade de Sófia (Bulgária), Martins foi agredido na cabeça, o que o deixou com sequelas na mão direitas e na fala e posteriormente desenvolveu uma doença que causa sequelas na mãos sequelas. Isso não o impediu de tocar piano, de dirigir e de reger Bachiana Filarmônica.
Antes mesmo da chegada da tocha ao palco montado no Parque da Cidade, o público presente pode ver uma apresentação impecável do pianista João Carlos Martins.Wilson Dias/Agência Brasil
Após Martins, um espetáculo de dança tomou conta do palco. Um DJ cego comandava aspick-ups enquanto habilidosos dançarinos mostravam passos de vários estilos musicais. Após fazer um espacate, um deles levantou uma das pernas da calça e revelou que usava uma prótese, arrancando aplausos dos brasilienses.
A secretária de Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros, exaltou a realização e organização da Olimpíada, encerrada no dia 21 de agosto no Rio de Janeiro, e convidou todos a acompanharem também a Paralimpíada. “Fizemos a Olimpíada nesse país e calamos a boca [dos críticos] do mundo. E vamos fazer de novo nas Paralimpíadas. Peço para o Brasil que torça para esses guerreiros”.
A tocha será acesa em um total cinco cidades, sendo que cada uma delas vai representar um valor paralímpico: Brasília – igualdade; Belém – determinação; Natal – inspiração; São Paulo – transformação; Joinville – coragem; e Rio de Janeiro – paixão. A cerimônia de abertura da Paralimpíada do Rio de Janeiro será no dia 7 de setembro, no Maracanã.
Música e dança no revezamento da tocha paralímpica em Brasília
01/09/2016 22h22
Brasília
Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil
O ex-triatleta Antonio Lanari Bo, último condutor da tocha em Brasília, é professor de engenharia biomédica na UnB, onde trabalha no desenvolvimento de próteses robóticas
Wilson Dias/Agência Brasil
O revezamento da tocha paralímpica em Brasília terminou com um belo espetáculo de dança e música no Parque da Cidade, onde a chama foi acesa, ainda pela manhã. Às 18h45, o ex-triatleta Antônio Lanari Bo chegou ao palco montado no parque e acendeu a pira paralímpica. “Essa chama paralímpica é muito especial. A partir do momento que enxergamos a diferença conseguimos alcançar a igualdade”, disse.
O último condutor da tocha na capital federal é professor de engenharia biomédica na Universidade de Brasília (UnB), onde trabalha no desenvolvimento de próteses robóticas e bicicletas assistidas por estimulação elétrica neuromuscular. Após acesa a pira, a chama viajou virtualmente para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
Comitês Paralímpicos de todo o mundo utilizaram a hashtag #ChamaParalimpica, alimentando uma chama virtual exibida em um telão. Quando a chama virtual ficou totalmente acesa, ela fez uma viagem simbólica para a cidade-sede dos Jogos. Enquanto isso, no palco, a chama paralímpica era apagada.
Um DJ cego comandava as pick-ups enquanto habilidosos dançarinos mostravam passos de vários estilos musicais
Wilson Dias/Agência Brasil
Música e dança
Antes mesmo da chegada da tocha ao palco montado no Parque da Cidade, o público presente pode ver uma apresentação impecável do pianista João Carlos Martins. Mundialmente reconhecido por sua habilidade, o maestro e pianista sofreu uma lesão em um nervo durante um jogo de futebol, que atrofiou três dedos da mão direita. Os problemas na mão não o impediram de continuar encantando o mundo com sua música. Após um assalto, na cidade de Sófia (Bulgária), Martins foi agredido na cabeça, o que o deixou com sequelas na mão direitas e na fala e posteriormente desenvolveu uma doença que causa sequelas na mãos sequelas. Isso não o impediu de tocar piano, de dirigir e de reger Bachiana Filarmônica.
Antes mesmo da chegada da tocha ao palco montado no Parque da Cidade, o público presente pode ver uma apresentação impecável do pianista João Carlos Martins.Wilson Dias/Agência Brasil
Após Martins, um espetáculo de dança tomou conta do palco. Um DJ cego comandava aspick-ups enquanto habilidosos dançarinos mostravam passos de vários estilos musicais. Após fazer um espacate, um deles levantou uma das pernas da calça e revelou que usava uma prótese, arrancando aplausos dos brasilienses.
A secretária de Esporte, Turismo e Lazer, Leila Barros, exaltou a realização e organização da Olimpíada, encerrada no dia 21 de agosto no Rio de Janeiro, e convidou todos a acompanharem também a Paralimpíada. “Fizemos a Olimpíada nesse país e calamos a boca [dos críticos] do mundo. E vamos fazer de novo nas Paralimpíadas. Peço para o Brasil que torça para esses guerreiros”.
A tocha será acesa em um total cinco cidades, sendo que cada uma delas vai representar um valor paralímpico: Brasília – igualdade; Belém – determinação; Natal – inspiração; São Paulo – transformação; Joinville – coragem; e Rio de Janeiro – paixão. A cerimônia de abertura da Paralimpíada do Rio de Janeiro será no dia 7 de setembro, no Maracanã.